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By Ferramentas Blog

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Berlim é a cidade europeia com melhor qualidade do ar


 Berlim deu um bom exemplo em como aumentar a utilização de transportes alternativos 

Berlim, seguida de Estocolmo e Copenhaga, é a cidade europeia que mais trabalha para melhorar a qualidade do ar, segundo uma lista divulgada hoje e que avalia o desempenho de 17 urbes. Roma surge em último.

O primeiro lugar desta lista vai para Berlim, um reconhecimento dos seus esforços para reduzir a emissão de partículas poluentes para a atmosfera e para reduzir a utilização dos automóveis. “Berlim deu um bom exemplo de uma estratégia a longo prazo para tirar as pessoas dos seus carros e pô-las nos transportes públicos, em bicicletas ou a caminhar”, escreve uma das entidades responsáveis pela lista, o European Environmental Bureau (EEB).

Estocolmo e Copenhaga seguem-se a Berlim, por terem os melhores incentivos económicos, como taxas para os veículos que entrem nas cidades e medidas relativas ao estacionamento.

No extremo oposto surgem Roma, Milão e Dusseldorf. A meio da lista estão Viena, Zurique, Amesterdão, Lyon, Glasgow, Graz, Paris, Bruxelas, Londres, Madrid e Estugarda.

“A má qualidade do ar é um grave problema na maioria das cidades europeias”, lembra o EEB. Na verdade, nas cidades mais poluídas, a esperança média de vida foi reduzida, em média, em dois anos. Na União Europeia, a poluição do ar custa cerca de 500 mil mortes prematuras todos os anos. Em termos económicos, custa entre 277 e 790 mil milhões de euros por ano.

Esta lista foi elaborada por uma coligação de organizações não governamentais de ambiente, coordenada pelos Amigos da Terra na Alemanha em cooperação com o EEB. As 17 cidades foram escolhidas por serem semelhantes a nível dos problemas de qualidade do ar, níveis de poluição, importância política, dimensão ou porque têm boas práticas. A lista baseou-se em critérios como gestão de trânsito, transportes públicos, informação ao público e medidas técnicas e as cidades foram avaliadas por aquilo que fizeram entre 2005 e 2010.




Incêndios consumiram menos 73% de floresta do que em 2010



Entre Janeiro e Agosto foram afectados 10.452 hectares de povoamentos florestais e 23.554 de matos 

Os incêndios florestais consumiram até ao fim de Agosto 34 mil hectares, menos 73 por cento que em igual período do ano passado, revelam dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional (AFN) divulgados nesta terça-feira.

Segundo o relatório provisório de incêndios florestais, entre 1 de Janeiro e 31 de Agosto arderam 34.006 hectares de florestas, enquanto no mesmo período do ano passado a área ardida situava-se nos 125.225.

A AFN adianta que entre Janeiro e Agosto foram afectados 10.452 hectares de povoamentos florestais e 23.554 de matos. Também as ocorrências de fogo diminuíram este ano, tendo-se registado até ao fim de Agosto 15.181, menos 2231 que no mesmo período do ano passado, quando se verificaram 17.412 ocorrências.

Os dados provisórios indicam também que o maior número de ocorrências se registou no distrito do Porto, sendo que das 4335 ocorrências registadas, 90 por cento correspondem a fogachos, afectando áreas inferiores a um hectare.

Os distritos de Braga, Viseu, Viana do Castelo e Aveiro apresentam também um número elevado de ocorrências.

Segundo a AFN, 41 por cento da área ardida entre Janeiro e Agosto ocorreram nos distritos de Bragança (5.089), Guarda (4.687) e Braga (4.095) com áreas superiores a quatro mil hectares. O relatório conclui, igualmente, que o mês de Julho é o que regista maior número de ocorrências (4.387) e Agosto o que concentra a maior área ardida (12.771 hectares).

Segundo o documento, 70 por cento da área ardida deste ano concentrou-se nos meses de Julho e Agosto.

Os dados provisórios referem ainda que até Agosto registaram-se 54 grandes incêndios (área total afectada igual ou superior a 100 hectares), correspondendo a 51 por cento do total da área ardida.

A época mais crítica em incêndios florestais, conhecida pela “Fase Charlie”, prolonga-se até 30 de Setembro. 

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