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By Ferramentas Blog

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mitsubishi investe em tecnologia de spray que absorve energia solar


A Mitsubishi Chemical Corp desenvolveu um spray de células solares que pode ser aplicado como uma tinta em superfícies diversas. Alguns exemplos são edifícios, veículos e até roupas. Desta forma, a tecnologia limpa pode ser aproveitada em inúmeras áreas.

As células usadas possuem compostos de carbono que atuam como semicondutores e geram energia quando expostos à luz. De acordo com a empresa japonesa, o spray é recomendável para superfícies curvas ou redondas, como chaminés ou barreiras de redução de ruído.

Usando o spray, a placa solar fica com menos de um milímetro de espessura e pesa menos de um décimo de painéis solares de silício de cristalino (tecnologia mais comum) do mesmo tamanho.

O protótipo tem, por enquanto, eficiência de 10%, porém a Mitsubishi espera aumentar o percentual para mais de 15% até 2015. A empresa também pretende trabalhar com fabricantes de automóveis domésticos para construir um revestimento de carro com as novas células solares. Neste caso, o objetivo seria o veículo ter a capacidade de viajar. Com informações do The Independent.

Crédito da imagem: Mitsubishi Chemical Corp


 Ladrilhos de OLED reversíveis iluminam cidades com energia solar

  
Sabemos há muito tempo que os OLEDs (sigla em inglês para diodos orgânicos de emissão de luz) estão prestes a mudar o mercado de eletro-eletrônicos graças à sua eficiência energética, mas e quanto a aplicações em larga escala, como iluminar fachadas e edifícios?

Os UrbanTiles, uma criação do designer israelense Meidad Marzan, oferece um vislumbre de como os OLEDs poderiam iluminar a paisagem das nossas cidades, na forma de ladrinhos de duas faces, reversíveis. De um lado, há células fotovoltaicas que armazenam a energia solar durante o dia; do outro, OLEDs que brilhariam utilizando essa energia durante a noite. Montado sobre uma superfície, esse tabuleiro de ladrinhos que coletam e emitem luz poderia mudar a iluminação noturna das cidades. Neste vídeo, confira como seriam os edifícios recobertos por OLEDs:
 


Os UrbanTiles também foram projetados para serem interativos, oferecendo aos habitantes das cidades a possibilidade de alterar a configuração dos ladrinhos que serão acesos, criando telas urbanas de luz.

Marzan explica:

“A cidade e seus edifícios são objetos de luz épicos que emitem energia até o espaço sideral. Durante o dia, a cidade absorve uma grande quantidade de energia solar, que é totalmente desperdiçada. O ciclo da luz e da iluminação no espaço urbano gerou uma intervenção no design, que ao lado de outros valores urbanos, constitui a base deste projeto”. 





Com sua flexibilidade, brilho, espessura e baixo consumo de energia, os OLEDs são grandes candidatos a substituir outras tecnologias, o único obstáculo atual ao seu alto preço. Mas os designers verdes preveem seu uso em toda parte – de celulares a monitores, de laptops a jogos, e até em roupas e papéis de parede. Anteriormente, a Mitsubishi criou um impressionante globo de OLED de seis metros de altura em um museu de Tóquio, usando 10.362 painéis – portanto, talvez seja só uma questão de tempo até ver um desses em um edifício perto de você.
Fontes renováveis lideram leilão de energia
 

 
O Leilão de Energia A-3 deste ano, realizado em agosto, resultou na comercialização de 2.744 megawatts (MW) de nova capacidade ao sistema elétrico brasileiro e deve atender ao mercado consumidor até 2014. Foram 51 usinas contratadas, para as quais os investimentos na construção devem chegar a R$ 6,5 bilhões. Do total de energia, 62% é oriunda de fontes renováveis – hídrica, eólica e biomassa – e 38% de fonte fóssil (gás natural).

Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace, avalia o resultado como “um novo salto de competitividade da geração eólica, que começa a apresentar preços compatíveis com os de usinas hidrelétricas. As eólicas negociaram cerca de 2 mil MW e agora, somando-se ao potencial de crescimento do setor que já era previsto para 2013, teremos mais de 7 mil MW de energia eólica na matriz brasileira em três anos, montante que equivale a meia usina de Itaipu”.

Energia eólica é estrela de leilões de energia

Primeiro semestre tem consumo de energia abaixo do esperado

Economia de energia elétrica: mitos e verdades

Contudo, Baitelo ressalta que usinas de cogeração a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas tiveram um baixo desempenho de contratação no leilão. “Isso deixa claro que essas fontes não contam com igualdade nas condições de financiamento, isenções e deduções fiscais ou com um conjunto regulatório suficiente para permitir seu desenvolvimento na matriz elétrica brasileira. Na verdade, apesar do ótimo desempenho das eólicas, o setor pede leilões exclusivos para cada fonte, a fim de permitir o desenvolvimento paralelo de todas elas e não a perda de espaço de algumas”, conclui.

Os empreendimentos negociados contemplaram os estados da Bahia (266 MW), Ceará (104 MW), Maranhão (499 MW), Minas Gerais (40 MW), Mato Grosso do Sul (98 MW), Pernambuco (78 MW), Piauí (76 MW), Rio de Janeiro (530MW), Rio Grande do Norte (53 MW), Rio Grande do Sul (492 MW), Rondônia (450MW) e São Paulo (60 MW). Estima-se uma movimentação financeira, nos contratos de compra e venda entre geradores e distribuidores, de R$ 29,14 bilhões no prazo de 20 e 30 anos.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, em entrevista coletiva ao final do Leilão, afirmou que o resultado do processo de contratação foi amplamente positivo, já que não houve uma categoria de energia que tenha dominado o mix de contratação (veja o resultado das fontes contratadas na tabela abaixo)
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